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Segundo a Polícia Militar, Caio Santos de Oliveira admitiu que teve relação sexual com a vítima, a transexual que tinha nome de registro Jenilson José da Silva, de 35 anos. O autor teria ainda levado pertences e eletroeletrônicos do local do crime.
Sorrindo e com declarações desconexas, Oliveira foi apresentado na 2ª Delegacia Seccional de Campinas e disse que havia conhecido a vítima na noite anterior.
"Ele era um demônio, eu arranquei o coração dele. É isso. Não era meu conhecido. Conheci ele à meia-noite", disse.
O crime
Segundo a Polícia Militar, Oliveira foi abordado depois de apresentar atitude suspeita ao avistar a viatura. Ele foi abordado em um comércio e, segundo a corporação, forneceu dados pessoais falsos.
De acordo com os policiais que participaram da ocorrência, o suspeito apresentava escoriações e arranhões pelo corpo, além de um ferimento recente na cabeça.
Questionado sobre todos os sinais, o suspeito confessou o crime e levou os policiais até um cômodo, às margens da Rodovia Miguel Melhado de Campos, onde estava o corpo com o tórax aberto e com uma imagem de santo sobre ele.
Sobre o coração, de acordo com a PM, o homem disse apenas que havia guardado para si e não informou mais detalhes. A perícia foi acionada ao local.
G1